Nem sempre haverão novos lugares para se ir
Nem coisas para falar
E talvez nem emoções para sentir.
Quem sabe a banalidade vire ditadura,
E o único lugar a salvo seja dentro de nós
Recriando o presente pelo passado.
Mas será que ainda algum dia
O amor virará banalidade
E desistir seja a única liberdade?
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